portugal
no fundamentalismo do cimento humedecido com o laranja do tijolo
se une a formação da decadência que há em mim
com a selecção artificial das relações de mim para ti
mas é neste respiro doentio do subúrbio
que as minhas chagas choram negras e anónimas
como se os vazios das casas fossem os silêncios das palavras
e os rios de sangue que me atravessam as histórias que se me escapam
dos filhos que se perdem na instabilidade e na celeridade
da tribalização forçada dos inconstantes;
constrói os gritos desta caixa óssea de ânsias discursivas
como exorcismos de desinências gastas de passado
onde a gratificação da crítica criou raízes de dogma
se une a formação da decadência que há em mim
com a selecção artificial das relações de mim para ti
mas é neste respiro doentio do subúrbio
que as minhas chagas choram negras e anónimas
como se os vazios das casas fossem os silêncios das palavras
e os rios de sangue que me atravessam as histórias que se me escapam
dos filhos que se perdem na instabilidade e na celeridade
da tribalização forçada dos inconstantes;
constrói os gritos desta caixa óssea de ânsias discursivas
como exorcismos de desinências gastas de passado
onde a gratificação da crítica criou raízes de dogma
[these things transcend me like rivers of blood soaking me through
and embers of sank vessels weight on my tired tongue
like words that are no longer used…]
e eu vi-te em todo o teu esplendor…
and embers of sank vessels weight on my tired tongue
like words that are no longer used…]
e eu vi-te em todo o teu esplendor…


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